Mais sobre mim
Boa comida, estádio cheio e a próxima viagem já na cabeça.
No tempo livre, é bem provável que eu esteja planejando uma viagem, cozinhando para uma mesa cheia ou indo ao estádio. Gosto de programa bom, de preferência com gente por perto.
Minha turma
Gente por perto, música tocando e uma boa conversa.
Sou casado com a Marcella e moramos em São Paulo com a Sake, nossa Shiba Inu. Ela ganhou esse nome por causa da bebida japonesa e porque os Shibas são uma raça japonesa.
Minha mãe, minhas duas irmãs e meus dois irmãos são presença constante, mesmo à distância. Cada um mora em uma cidade, mas a conversa não esfria e sempre aparece uma desculpa para nos reunirmos em volta de comida, bebida e histórias para contar.
Música é trilha sonora do meu dia: no carro, na cozinha, trabalhando e treinando. Ultimamente tenho escutado mais samba, country e rock, mas dificilmente recuso uma boa recomendação.
Pé na estrada
Sempre cabe mais uma cidade no roteiro.
Tenho dificuldade de tirar alguns dias de folga e ficar parado. Pode ser outro país, outro estado ou uma cidade aqui perto que eu ainda não conheço direito. Explorar, provar coisa nova e entrar em contato com outras culturas é uma das melhores formas que conheço de recarregar as energias.
Do Japão ficou a precisão e, principalmente, a comida: em Tóquio, vivi um omakase de 13 etapas com o chef na nossa frente explicando cada prato. Na Itália, uma das lembranças mais gostosas é o pôr do sol com a Marcella no canal de Navigli, em Milão, dividindo uma boa garrafa de vinho branco.
Na Copa do Mundo de 2026, cinco amigos e eu cruzamos os Estados Unidos: Nova York, Boston, Filadélfia, Atlanta, Miami e Houston. Foram cinco jogos e três da Seleção: o 3 a 0 do Brasil em Filadélfia, o 2 a 1 contra o Japão em Houston e a derrota dolorida por 2 a 1 para a Noruega, em Nova York.
Mesa cheia
Cozinhar é meu jeito preferido de juntar gente.
Aprendi o básico com a minha mãe, que cozinha muito bem. Depois fui atrás dos pratos de que eu mais gostava e descobri que cozinhar fica ainda melhor quando dá uma boa desculpa para as pessoas ficarem mais um pouco.
Meu carro-chefe é o steak tartare clássico, caprichado no tempero e com uma maionese de Dijon de verdade. Depois de provar, muita gente diz que o dos restaurantes parece tímido. No resto, não tenho muita regra: massa fresca, comida árabe, churrasco e tudo o que der vontade de aprender.
Meu cenário preferido é casa cheia, com amigos e família por perto. Mas também gosto de chegar na casa de alguém e assumir a cozinha por uma noite.
A torcida faz parte do jogo
Futebol fica ainda melhor quando o programa começa antes da bola rolar.
Sou corinthiano e, sempre que dá, estou na Neo Química Arena. Para mim, futebol começa bem antes da bola rolar: umas cervejas em um bar perto do estádio, a conversa esquentando e aquele clima que vai crescendo até o apito inicial.
A ligação do Corinthians com a torcida e a história da Democracia Corinthiana sempre me pegaram. Em casa, acompanho o máximo de futebol que consigo; meu PS5 existe principalmente para jogar EA FC.
Me chama para uma viagem, um jogo, uma mesa cheia ou qualquer experiência nova. A chance de eu topar é grande.